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A Espada e a Noiva de Cristo
A Espada e a Noiva de Cristo

 

A Espada e a Noiva de Cristo

 

O texto a seguir foi extraído do comentário de John Phillip sobre o Salmo 45:

 

“Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade. E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade, da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis. As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti.” (Salmo 45:3-5 ) .

 

Essa música é eminentemente uma marcha de casamento, mas não o casamento de um carpinteiro, é o casamento de um Rei e é um Rei guerreiro que lá está. Porque, se o tema do Salmo é um casamento, o fundo do Salmo é uma guerra com duas grandes batalhas. A primeira foi disputada no Gólgota e garantiu a pessoa da Noiva para o Rei, o segundo embate será travado em Megido e assegurará a propriedade da Noiva.

 

A primeira batalha ocorreu em uma colina em forma de caveira, perto de Jerusalém. Lá o poder armado do mundo, juntamente com os principados e as potestades do inferno, se alinhou contra ele. Ele ainda tem as cicatrizes da batalha em Seu corpo até hoje, resultado do que ocorreu naquele confronto. O próximo embate ocorrerá quando os exércitos do mundo, maciça e poderosamente, se reunirem em Megido em uma vã tentativa de impedir Seu retorno.

 

Entre estes dois confrontos o Rei corteja e ganha Sua noiva. É por isso que Ele tem a sua espada cingida sobre sua coxa. Há ainda uma batalha a ser travada.

 

Venha por um momento até a Torre de Londres, onde as jóias da coroa da Inglaterra são mantidas. Todos os magníficos trajes usados ​​na coroação de um rei Inglês estão em exibição. Como parte dessa regalia, há quatro espadas. Pouco precisa ser dito sobre três delas. Uma é chamada Curtana, uma espada de grande antiguidade que pertenceu a Ogier o Dinamarquês, uma réplica da que pertenceu ao Imperador Carlos Magno. Certe vez Ogier o Dinamarquês desembainhou sua espada a fim de matar o imperador que havia assassinado seu filho, mas uma voz lhe disse para guardar a sua espada. Assim, ela é conhecida como a Espada da Misericórdia. Duas outras são conhecidas como as Espadas da Justiça. Elas foram forjadas por Charles II a partir de antigas lâminas de espadas que foram utilizadas pelos Roundheads contra seu desafortunado pai e elas representam a vitória de um rei sobre seus inimigos. A mais importante é a espada de lâmina maciça conhecida como a Espada de Estado, cuja utilização nos ajudará a entender a referência à espada neste Salmo. Quando um novo rei britânico é coroado, ele entra na Abadia de Westminster em trajes similares às usadas pelo Parlamento, precedido pelas Espadas da Misericórdia e da Justiça e pela grande Espada do Estado. Depois das minuciosas cerimônias o arcebispo toma a Espada do Estado e a entrega ao novo rei, dizendo: “com esta espada faça justiça, impeça o crescimento da iniquidade, defenda as viúvas e os órfãos, restaure as coisas que se foram à decadência, mantenha as coisas que estão restauradas, puna e reforme o que está errado, e confirme o que está em boa ordem.” A grande Espada do Estado é então levada adiante do rei durante o restante da cerimônia.

 

“Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade.”

 

Desvie agora o olhar da grande espada de Estado apresentada a um rei Inglês para a grande Espada do Estado que Jesus já tem cingido à sua coxa. É a espada vista pela primeira vez no jardim do Éden, flamejante na mão de um querubim. Essa espada flamejante tomou esta forma a fim para manter os homens afastados da árvore da vida. Vemos que esta Espada surge novamente no Calvário, conforme previsto pelo profeta Zacarias: “O espada, desperta-te contra o meu pastor, e contra o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos. Fere ao pastor, e espalhar-se-ão as ovelhas; mas volverei a minha mão sobre os pequenos." (Zac. 13.7) A grande espada flamejante do Estado que ardeu no portão do Éden foi embainhada no coração do Salvador onde sua chama extinguiu-se em seu sangue.

 

Vemos que a espada surge novamente em Megido, pois quando o Senhor vier Ele vai usá-la para varrer seus inimigos para dentro da perdição eterna.

 

Ele usa essa espada agora, sobre sua coxa. A Ele foi concedido o encargo de verdade: “com esta espada faça justiça, impeça o crescimento da iniquidade, defenda as viúvas e os órfãos, restaure as coisas que se foram à decadência, mantenha as coisas que estão restauradas, puna e reforme o que está errado, e confirme o que está em boa ordem.” Com esta espada Ele fundará um império que durará mil anos [e após isso subsistirá por toda eternidade]. Ele irá usá-la para inaugurar a era milenar e impor Sua lei e com ela “Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.” - Salmos 72.8 (ACF).

 

Ele é glorioso em Sua majestade!

 

“E de Efraim destruirei os carros, e de Jerusalém os cavalos; e o arco de guerra será destruído, e ele anunciará paz aos gentios; e o seu domínio se estenderá de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.” – Zacarias 9.10 (ACF).

 

Traduzido e adaptado de texto divulgado pelo The Way of Life Literature, em 25 de Setembro de 2013. Por David Cloud.

Textos original em:

http://www.wayoflife.org/index_files/christs_sword_and_bride.html

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