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Caindo no Liberalismo!
Caindo no Liberalismo!

PASSOS PARA SUA IGREJA LOCAL CAIR NO

LIBERALISMO TEOLÓGICO

[E DEPOIS FACILMENTE APOSTATAR DA FÉ]

 

 

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, -  2 Tessalonicenses 2:3ª

 

 

Em conversa com um guru do liberalismo teológico, um de seus alunos mais interessados e dedicados, pergunta ao telefone:

 

- Mestre! Como faço para tirar as igrejas locais do erro do fundamentalismo bíblico?

 

Ao que respondeu o famoso, ecumênico, amado, conceituado na mídia, rico e poderoso professor liberal:

 

- Meu caro aluno, basta seguir os passos que vou lhe descrever. Por favor, anote-os:

 

1º. PASSO: Leve os irmãos a convidarem, para pastorear a igreja local, um pastor bem amoroso, carinhoso e político, daqueles que nunca se posicionam e que sabem ser dúbios todo tempo. Que ele siga fielmente os princípios dos profetas de Acabe e não o de Micaías. Que ele seja um daqueles que procuram nunca ofender ninguém, principalmente os mais ricos da igreja local e a diretoria, que sempre possa agir em favor dos poderosos e não dos princípios bíblicos. Que ele tema mais a rejeição dos homens do que a rejeição de DEUS.

 

Então disse o rei de Israel a Jeosafá: Ainda há um homem por quem podemos consultar ao SENHOR; porém eu o odeio, porque nunca profetiza de mim o que é bom, mas só o mal; este é Micaías, filho de Inlá. E disse Jeosafá: Não fale o rei assim. 1 Reis 22:8

 

2º. PASSO: Após o passo anterior, permita que este pastor esteja envolvido com outros pastores liberais, em associação com eles. Que ele sempre os defenda e que tenha, e demonstre,  aquela credulidade pueril de que tudo, no fim das contas, poderá mudar.
Que o envolvimento dele, cada dia mais, possa falar aos jovens da igreja local que nada mais importa senão a amizade, o respeito e o convívio mútuo, mesmo que isso signifique trair Doutrinas Históricas dos Batistas, retirar limites do passado e negar a fé. Que ele não somente permita o convívio, mas também a pregação, o envolvimento e a participação desses pastores liberais em seu púlpito, reuniões e igreja local. Deixe-o acostumar todos a pensarem que tudo está bem e que nada poderá dar errado se estiverem unidos em amor.
Que tal pastor jamais permita que pastores fundamentalistas tomem o púlpito e façam questionamentos doutrinários. Que ele nunca permita discussões teológicas na igreja, acostumando todos a não pensarem por si mesmos, mas a sempre estarem seguindo a ele mesmo, e não a CRISTO!
Que ele sempre traga pregações de conforto, programadas para suavizar, para amenizar a consciência e amortecê-la. Que ele nunca repreenda e exorte com coragem, pois correrá o risco de ser exonerado. E que todos percebam sua parcialidade e frouxidão em defender a Verdade a qualquer custo.

 

Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. 1 Coríntios 15:33

 

3º. PASSO: A igreja local, sob tutela de seu pastor dúbio, deve então começar a enfatizar detalhes na música que irão, incialmente, passar despercebidos, mas que no fim, farão grandes diferenças, tais como:

a.   Músicas com bastante ênfase no ritmo: mesmo usando o Cantor Cristão, o timbre e o volume dos instrumentos devem estar sempre em alturas evidentes e, se possível, aumentar gradualmente a cada dia. O coral deve utilizar cantatas que enfatizem o ritmo e que sutilmente faça com que as pessoas acompanhem batendo as mãos suavemente na coxa, ou balançando a cabeça. O sabor deve ser suave, para que o apetite aumente. Deixe que se ouçam mais os instrumentos que as vozes e jamais permita que se cante à capela. Que todos possam se sentir chocados com a falta de algum músico na igreja e que sejam impensáveis os cultos sem a presença de qualquer instrumento musical ou com a ausência deste músico.

 

b.   Suavemente coloque os instrumentos no mesmo nível do púlpito, destacando-os. Faça todos considerarem os envolvidos com música superiores aos demais em razão do nível de conhecimento que eles possuem. Use nomes de destaque como “Ministério de Louvor”, “Membros do Coral”, “Músico da Igreja”, dentre outros, para que todos pensem que eles estão a parte da membresia, que estão em nível diferente. Coloque os jovens juntos, cantando ao microfone. Faça todos pensarem que eles, os momentos de louvor e suas participações, são a parte mais importante do culto. Eleve-os acima de todos com bastante bajulação e ostentação. Destaque-os a qualquer custo!

 

c.   Além disso, ao mesmo tempo, que nunca haja vital importância dada aos namoros dos jovens, nem as músicas que ouvem em casa. Deve-se fazer o máximo para segregá-los dos cultos normais, da presença e orientação dos mais velhos. Crie as Ligas, as Sociedades, pequenas igrejas dentro da própria igreja local. Deixe-os livres o tempo inteiro a fazerem o que bem se agradam em fazer. Nunca os ensine sobre a música que agrada a DEUS e sempre deixe que eles ouçam tudo que é produzido pela indústria fonográfica gospel. Isso será de grande valia para o momento da renovação da igreja local.

 

d.   Que haja confusão na mente de todos, em relação à adoração e o louvor. Que estes termos não signifiquem a diferença entre cantar e entre obedecer, mas que tudo signifique a mesma coisa. Que todos entendam que somente se cantarem bem forte, bem bonito, bastante tempo estarão adorando a DEUS de verdade, sem que jamais se preocupem com suas vidas pessoais.

 

e.   Com a decadência da música, logo irão decair das vestimentas, do comportamento, do linguajar. O pastor nunca deve discipliná-los e deve sempre pregar que eles já foram punidos o bastante, mesmo que não tenham demonstrado nenhum sinal de arrependimento. Quando os repreender dever ser bem suave e nunca impor que sofram as consequências do seu pecado. Que todos o louvem por ser tão amoroso e conciliador. Os que não concordarem, que se afastem que sejam rejeitados como fora de moda, fariseus e loucos por punição.

 

Meu caro aluno, o instrumento “pé-de-cabra” para arrebentar a porta das igrejas locais é o movimento musical dentro da própria igreja local, com o total apoio dos mais jovens e passividade dos mais velhos. O elo essencial para o nosso passo final conforme lhe descreveri a seguir.

 

Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas. Amós 5:23

 

4º. PASSO: Esse passo é muito importante. Se falhares neste os passos anteriores não surtirão efeito! Preste muita atenção: Que o pastor da igreja local retire da igreja local a Bíblia que sejam traduzidas do Texto Recebido (KJB, ACF), introduza as Bíblias de tradução Texto Crítico (Atualizada, BLH, NTLH, NVI)!

Porém não se deve fazer isso de uma hora para outra, para não assustar. Primeiro, que o poastor não permita que sejam ensinadas de púlpito as diferenças entre as versões. Fale bem de Westcott-Hort. Que ele exalte-os, faça-os parecer eruditos. Assim os que usam a NVI, Atualizada, BLH serão vistos por todos como superiores em amor, tolerância e principalmente conhecimento técnico.

Que ele permita que os mais velhos acreditem que as versões TC são mais fáceis de entender, sem nunca se preocupar com isso. E um detalhe: Que o pastor mantenha a pregação no púlpito com as versões TR até o momento certo, mas que as professoras nas classe bíblicas infantis tenham a liberdade de usar NVI, NTLH, Atualizada. Que as crianças decorem versículos nas versões TC e que nunca sejam corrigidas. Que o pastor nunca mencione os erros de não se defender o TR!

Agora, preste atenção: E que o pastor, ao mesmo tempo, afaste da igreja local todos os que são fiéis defensores das versões TR. Nunca deixe-os ensinar sobre as diferenças textuais e que estes sejam considerados inimigos públicos da comunhão como aqueles que semeiam o ódio entre irmãos. Além disso, que mintam sobre eles, que os chamem de arrogantes, sem humildade, incapazes de diálogo, horríveis e teimosos, sem amor.


Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente. Isaías 40:8

 

Eu te fiz um resumo, ó caro aprendiz. Mas é certo que, passado algum tempo, a próxima geração, por mais fiel que tenha sido a igreja, poderá facilmente ser levada a convidar um pastor abertamente liberal e que confirme a total apostasia.
 
Depois de seguires este passo, podes considerar a igreja local renovada, não importa quantos clamarem contra ela sobre os perigos da apostasia.

 

A isso respondeu o aplicado aluno:

 

- Obrigado, amado mestre Wojtyla!

 

- Disponha, meu caro Billy.

 

Obs.: Este texto é fictício.  Mas qualquer situação parecida, ou similar, pode ser considerada obra inequívoca do diabo.

 

Pr Miguel Ângelo L Maciel

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