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Mais Frutos Podres do Adventismo
Mais Frutos Podres do Adventismo

Mais Frutos Podres do

Adventismo do Sétimo Dia

 

- O Massacre de Adventistas Pelos Próprios Adventistas -

 

 

Em Ruanda, no ano de 1994, cerca de 10.000 a 40.000 adventistas morreram pelas mãos dos seus próprios companheiros observadores do sábado! Ao invés de colaborar com a prisão e a condenação dos envolvidos, a postura dos líderes do Adventismo do Sétimo Dia foi a de simplesmente apelar para que todos os fiéis “esquecessem o passado” enquanto ajudavam os assassinos a se esconderem, preservando assim a idolatrada instituição, enquanto ajudavam a esconder os criminosos.

 

 

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bonsfrutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. – Mateus 7:15-20

 

 

Introdução

 

Amados irmãos, tendo anteriormente compartilhado com os irmãos alguns dos frutos podres do adventismo ocorridos logo após o fracasso profético de 1844, entre os quais foram registrados vários casos de demência e suicídios, gostaria de continuar trazendo aos irmãos informações sobre quão terrível são os frutos dos seguidores daquela já comprovada falsa profetisa, a Sra. White. Desta vez um assunto um pouco mais recente, porém desconhecido pela maioria dos crentes.

 

Trata-se de um fato terrível, deliberadamente proibido e ignorado entre os adventistas, o massacre ocorrido em Ruanda (1994). Repito: mesmo a maioria dos crentes desconhece este assunto. Diante de toda a tragédia de Ruanda, a postura do Adventismo do Sétimo Dia foi a de simplesmente apelar para que todos “esquecessem o passado”.

 

Assim como DEUS, em Sua Misericórdia e Graça, tem aberto os olhos de muitos, os libertando do julgo terrível da seita do adventismo do sétimo dia, que o Senhor DEUS conceda elucidação, abrindo os olhos de muitos que, ainda perdidos, sofrem em meio às fileiras sabatistas - sabadolatria e credo das falsas profecias da Sra. White (sacrifício de Cristo incompleto, porta da salvação fechada para os não-adventistas, Jesus é o Arcanjo Miguel, guarda do sábado hebdomadário para que o pecador complete sua própria salvação, sono da alma conforme conceito filosófico dualista pagão, Satanás co-redentor no fim levará sobre si os pecados dos salvos, inexistência de um inferno literal, amilenismo, ascetismo vegetariano, etc), escritos comprovadamente plagiados que são considerados revelações de DEUS, iguais e muitas vezes superiores à da Bíblia.

 

Oremos por essas almas.

 

Que DEUS abençoe também a todos os irmãos com a leitura deste texto, esclarecendo um pouco mais a respeito desta antibíblica, terrível e perniciosa seita.

 

E não se arrependeram dos seus homicídios,... – cf. Apoc. 9:21a

 

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. – Gál. 5:19-21

(ênfases minhas)

 

 

Os textos a seguir são enxertos reproduzidos e traduzidos da revista “Spectrum”, conforme as datas, páginas e nomes indicados.

http://www.blacksdahistory.org/files/40119037.pdf

 

 

Assassinato em Ruanda: Adventistas do Sétimo Dia Massacraram Seus Próprios Membros!

Por Roy Branson

 

Revista “Spectrum”,   Volume 25, Número 4, de junho de 1996, página 2.

 

O Adventismo na Iminência do Próximo Milênio - este é o foco desta edição de Spectrum, e da considerável reflexão por líderes denominacionais. Mas primeiro há essa questão de adventistas matando adventistas. A prova pode ainda não ser conclusiva, mas já é convincente: Algumas dos 10.000 a 40.000 adventistas (do sétimo dia) mortos no genocídio de Ruanda morreram pelas mãos dos seus próprios companheiros observadores do sábado(Adventistas do Sétimo Dia).

 

O Assassinato Varrido Para Debaixo do Tapete[i]

Sabe-se que nenhum Adventista confessou quaisquer mortes. Tanto o ex-presidente quanto o atual presidente da Divisão África-Oceano Índico da Conferência Geral acreditam que o melhor é esquecer o passado.

 

Esquecer significa fazer vistas grossas a um horror sem precedentes na história desta denominação – que adventistas cooperaram no assassinato em massa de outros adventistas. Esquecer esses crimes é o equivalente a tolerá-los. Os tribunais estabelecidosapós a Segunda Guerra Mundial, e os tribunais internacionais estabelecidos para informar ao Tribunal Mundial em Haia a respeito dos crimes de guerra na Bósnia e em Ruanda, têm feito tentativas de relembrar e estabelecer alguma responsabilidade diante do tribunal de direito, como uma resposta alternativa aos contínuos e violentos atos de vingança nas ruas, nas casas, nas igrejas.

 

Medo de Haia

 

Os Adventistas tem esperança de que o tribunal internacional em Haia não anuncie nenhumindiciamento de adventistas do sétimo dia. Instintivamente, as igrejas adventistas ao redor mundo desejam caminhar tranquilamente bem longe do que aconteceu em Ruanda. 

 

Para nós, tentar esquecer Ruanda enquanto nos movemos em direção ao próximo milênio, seria manter-se congelado diante do horror que eles realizaram. ...Devemos lembrar Ruanda, porque só então assim... [poderão os adventistas do sétimos dia]verdadeiramente... [se] arrepender. Devemos lembrar, porque somente por esta recordação é que poderemos lembrar, a nós e aos nossos filhos, que cada homem, mulher e criança são preciosos aos olhos de Deus. Devemos lembrar, a fim de nos recordarmos, e aos familiares das vítimas e aos assassinos, ainda que permaneçam [adorando”] de sábado a sábado na Igreja Adventista, que Deus seguramente Se lembra.

 

 

 

O Tribunal Penal Internacional em Haia Investiga

Por Alita Byrd

Reproduzido de “Spectrum”,   Volume 25, Número 4, Junho de 1996, páginas 3-9.

 

De acordo com um relatório da Newsweek de 04 de setembro de 1995, um ministro da Igreja Adventista do Sétimo Dia ajudou e incitou o genocídio em Ruanda.

 

Elsaphane Ntakirutimana, um pastor adventista do sétimo dia ordenado, da província de Kibuye, e presidente do campo ocidental Ruanda (um escritório comparável ao do presidente da Conferência nos Estados Unidos), aparece em uma lista daqueles considerados culpados de genocídio e que foi compilado pelo Tribunal Penal Internacional em Ruanda.

 

De acordo com sobreviventes e várias organizações de direitos humanos, Ntakirutimana estavaenvolvido no massacre ocorrido na igreja adventista do sétimo dia, na aldeia de Mugunaro. “Direitos Africanos”, uma organização respeitada de direitos humanos com sede em Londres, acusa Ntakirutimana e seu filho, Dr. Gerard Ntakirutimana, de “[a participação] ativa no genocídio”, juntamente com dois outros adventistas (do sétimo dia) - Salomon Mpayamaguru, secretário-tesoureiro da Associação Adventista Gitwe e Eziro Tabaro, um diácono. De acordo com “Direitos Africanos”, Mpayamaguru está em detenção em Gitarama, e Tabaro “é responsável por muitas mortes, incluindo [aqueles] pastores adventistas (do sétimo dia)”[ii].

 

 

 

[Líderes ASDAbrigando Assassinos

 

De acordo com o Washington Times[iii], um investigador da Haia veio para os Estados Unidos em Setembro a fim de observar o caso de Ntakirutimana. Os membros da comunidade ruandesa nos EUA relatam que Ntakirutimana está agora [1996] vivendo com seu filho em Laredo, Texas. Ele não retornou os repetidos telefonemas ou respondeu aos fax enviados com os vários pedidos para se discutir os relatórios. Oficiais da igreja negaram ter conhecimento de seu paradeiro.

 

De acordo com um Relatório Mundial Adventista especial, lançado em Dezembro de 1994, pelo menos 3.000 pessoas morreram na matança em Mugunaro, e perto de 1.000 foram mortos na universidade adventista em Gitwe. 

 

Os adventistas (do sétimo dia) não são as únicas figuras religiosas acusadas ​​de participar do genocídio. Em um país estimado em 90% cristão, muitos cristãos professos e seus lídereseclesiásticos estiveram envolvidos nos assassinatos. Padres, freiras e pastores de várias religiões foram acusados ​​de crimes, incluindo o fornecimento de nomes de tutsis e hutus moderados a serem eliminados. O clero mesmo traiu os esconderijos de pessoas que fugiam da morte. 

  

(Nota do Editor: No entanto, esta comparação é significativamente pálida quando os leitores se lembram de que os Adventistas do Sétimo Dia alegam ser  a ‘Igreja Remanescente de Deus’, guiada por sua própria profetisa, a Sra. Ellen G. White. A alegação ASD de ser espiritualmente superior a todas as outras igrejas – “Babilônia”, como eles chamam - é obviamente falsa quando os ASD apontam ansiosamente para alguns dos membros de outras denominações que também participaram nos assassinatos. Esta é uma comparação estranha feita pelos ASD, fazer da sua própria teologia exclusivista, tendo em vista o fato de que, em vez de abrigar assassinos, os líderes dessas outras denominaçõesrapidamente trabalharam em conjunto com as autoridades para trazê-los à justiça!).

 

 

Líderes ASD Indiciados Por Haia

 

A evidência, com base em dezenas de entrevistas com refugiados realizados durante e após o genocídio, varia em dualidade e deve ser analisada com cuidado. Mas apesar de ainda não pode ser conclusiva, é profundamente perturbadora. Um tribunal internacional de crimes de guerra encontrou evidências suficientemente críveis para nomear Ntakirutimana como suspeito de assassinatos em massa. “O tribunal está investigando o que aconteceu em Kibuye, e Elsaphane Ntakirutimana está na lista das pessoas consideradas culpadas”, disse Alain Sigg, porta-voz do Tribunal Penal Internacional para Ruanda.

 

...Até os assassinatos de 1994, a Igreja Adventista do Sétimo Dia em Ruanda era uma das que mais crescia no mundo. De acordo com os arquivos da Conferência Geral, em 1993, um em cada 27 ruandeses era adventista, uma das maiores concentrações do mundo. Se a proporção dos que morreram (500.000 a 1 milhão) e a população do país for a mesma entre a população adventista,algo entre 20.000 e 40.000 membros adventistas foram mortos. O Relatório da Conferência Mundial Geral diz que, dos quase 300.000 adventistas (sétimo dia) ruandeses, mais de 100.000 fugiram como refugiados e mais de 10.000 foram mortos na crise.

 

Assassinatos No Sábado, Na Igreja em Mugunaro

 

Muitos adventistas foram assassinados em suas casas, enquanto outros foram mortos em igrejas para onde eles fugiram em busca de segurança. Uma das piores tragédias ocorreu em uma grande comunidade adventista em Mugunaro, na região de Kibuye. A sede adventistadaquela região ostentava uma grande igreja, uma escola de enfermagem, um hospital e uma escola primária. Era um “gueto Adventista”, disse o ancião L. T. Daniel, presidente da Divisão África-Oceano Índico, e muitas pessoas foram para lá em busca de proteção.

 

Em 16 de abril de 1994, o massacre em Mugunaro começou quando os interahamwe [milícia] e os seus apoiadores atacaram os milhares que procuram refúgio na igreja adventista e nos edifícios circundantes. Poucos escaparam, mas a maioria morreu no massacre.

 

Em “Morte, Desespero e Rebeldia”, a organização “Direitos Africanos” publicou os testemunhos de vários sobreviventes do massacre de Kibuye. Todos acusam Elsaphane Ntakirutimana como responsável pelo assassinato. A informação contida nestes testemunhos varia em detalhes e em gravidade de acusação, e constitui a maior parte da evidência contra Ntakirutimana.

 

Elia Gashi, um homem de 32 anos de idade, que perdeu 40 membros de sua família imediata e prolongadamente durante os assassinatos, descreve a tragédia:

 

“Assim que soube que Habyarimana foi morto, tivemos a ideia de buscar proteção na igreja. Como havia um número de pastores adventistas do sétimo dia que vivem lá, fomos para a Igreja Adventista na sexta-feira dia 8. Logo depois disso, os missionários brancos partiram. Três policiais vieram e disseram que iriam fornecer segurança para nós. Entretanto, o número de refugiados foi crescendo. ...No sábado, dia 16, o dia do Sabath, os policiais vieram e disseram que tinham uma mensagem para nós ... que o Prefeito queria que os refugiados deixassem a igreja. Nós quase não tivemos qualquer tempo de recebermos esta mensagem. Dentro de alguns minutos, os mesmos guardas retornaram, acompanhados por um monte de interahamwe [milícia]. Em seguida, a matança começou. Seth Sebihi, o cabeça da igreja, levou as mulheres e crianças ao interior da igreja. Os homens ficaram de fora porque queríamos nos defender. Os ataques vinham de todos os lados pois os interahamwe eram muitos, tendo vindo de um grande número de comunidades. Um monte de soldados estava lá. Havia um monte de tiro e um monte de mortes”.

 

Segundo o relato de Gashi, ele e muitos outros correram para o hospital adventista. Os assassinos os perseguiram. 

 

“Às 11:00h, eles invadiram o hospital, saqueando e matando. Por volta de 13:00h jogaram gás de pimenta para dentro do hospital. É claro que aqueles que ainda estavam vivos espirraram e tossiram. Desta forma, os assassinos sabiam quem ainda estava vivo, entãoentraram e os mataram”.

 

A tentativa de salvar as mulheres e as crianças, colocando-os na igreja foi igualmente desastrosa, diz Gashi.

 

“Não houve sobreviventes entre as mulheres e crianças na igreja. O homem que é responsável por sua morte é Elsaphane Ntakirutimana, presidente dos adventistas na região de Kibuye. Ele é o único que mobilizou os outros pastores e a população que estava apavorada a irem para a igreja. Ele também é o homem que trouxe os gendarmes. Sebihi escreveu a Elsaphane pedindo ajuda. na verdade, Sebihi escreveu três cartas, uma ao bourgmestre, Charles Sindikubwabo, um para o pai do bourgmestre, que era um colega pastor, e um para o Prefeito. Ouvimos dizer que Elsaphane recusou-se a levar a carta. Ele veio e nos disse: ‘Vocês morrerão como homens, não como crianças’. Ele é um pastor. Mas essas são as palavras com as quais ele nos deixou. Você pode imaginar como nos sentimos. O bourgmestre também estava fisicamente presente na igreja nos dias 16 e tinha uma arma”.

 

Edison Kayihura, 34, um agricultor de um distrito de Ngoma, perdeu sua esposa e três filhosdentro da igreja adventista. Ele também menciona a carta para Ntakirutimana, pedindo proteção. 

 

“Muitas pessoas buscaram proteção na igreja porque os gendarmes lhes disseram que eles iriam encontrar proteção lá. Durante oito dias, tivemos essa proteção, o que incentivou mais e mais pessoas a virem à igreja. Em seguida, no dia 16, sábado, a proteção terminou e a matança começou. Um monte de interahamwe de diferentes comunidades vieram no dia 16. Muitos dos pastores que haviam se refugiado na igreja escreveram para o pai do bourgmestre, pedindo ajuda. Eles pediram a alguém para lhe dar a carta a outro pastor, Elsaphane Ntakirutimana, o que foi entendido que ele deveria enviá-lo para o pai do bourgmestre. Os pastores escreveram a carta quando osgendarmes disseram que não podiam mais cuidar da nossa segurança. Eles pediram proteção ou pelo menos mais conselhos. Elsaphane enviou uma mensagem de volta dizendo que não havia nada que pudesse fazer para salvá-los. O pastor da igreja, Seth Sebihi, levou as mulheres e crianças para dentro da igreja. Ele disse que não via o que mais poderíamos fazer a não ser orar e esperar a nossa morte. Quando a matança começou, eles mataram pessoas tanto na igreja quanto no hospital. Eu estava na igreja. Como a matança continuou, caí sob cadáveres. Tenho a certeza que eu estava devidamente coberto por cadáveres e encharcado com o sangue dos outros. Quando eles pensavam que todos estavam mortos, eles começaram os saques. O fato de que existem quaisquer sobreviventes é devido ao ocorrido de que alguns de nós foram capazes de fugir no meio da noite”.

 

Jerome Bayingana estava em seu quarto ano do ensino secundário no momento da crise. Seu testemunho corrobora com os relatos de outras testemunhas oculares da matança no dia 16. 

 

“Fugimos para o hospital. Havia um monte de nós. Todos os quartos do hospital estavam cheios, assim como estavam todos os estabelecimentos de ensino do hospital. Quando chegamos lá, havia um médico chamado Gerard, filho de um certo Ntakirutimana, o presidente dos adventistas em Kibuye. Este médico telefonou para o Prefeito de Kibuye dizendo que um monte de tutsis tinham vindo para o hospital e que isto o estava deixando nervoso. Ele não podia apreciar as razões pelas quais estávamos lá... os interahamwe [milícia] cercaram todo o lugar e começaram a atirar e a jogar granadas. Isso ocorreu por volta de 08:00h. As mulheres e as meninas estavam dentro da igreja. Os homens foram enfrentar o ataque. Tínhamos apenas pedras, lanças, e facões. Naquele dia, quase todo mundo foi morto”.

 

Antes do genocídio, a região de Kibuye teve a maior população tutsi em Ruanda. De acordo coma organização  “Direitos Africanos”, no prazo de 100 dias, uma população de mais de um quarto de milhão foi reduzida a menos de 8.000.

 

As Contas São Verdadeiras? [Os Líderes Adventistas Fizeram de Tudo Para Negar os Fatos e Se Desligar de Suas Responsabilidades.[iv]]

 

T. Daniel, presidente da Divisão África-Oceano Índico desde 1995, Sessão da Conferência Geral, era presidente da União Nigeriana no momento da crise. Ele diz que, dos testemunhos como os publicados pela organização “Direitos africanos”: “Alguns deles são verdadeiros, outros não”. Heraldo Seidl, diretor de resposta a desastres para a ADRA, concorda: “Ninguém diz a verdade. As pessoas estão com medo. Você não pode provar nada em uma situação confusa como aquela”.   

 

(Nota do Editor: Mas Haia acredita que os relatórios são verdadeiros e indiciou Ntakirutimana e outros adventistas.)

 

No entanto, de acordo com Daniel, Ntakirutimana tem sido ”questionado” pelas autoridades da Igreja a respeito do massacre na aldeia de Mugunaro. Na defesa de Ntakirutimana contra as acusações, Daniel disse que os assassinos lhe disseram para deixar a área ou ele seria morto juntamente com os milhares que eles estavam planejando assassinar. Então ele partiu.

 

“Ele não agiu oficialmente... Não havia nenhuma ação oficial”.

 

A igreja [Adventista do Sétimo Dia] não fez nenhuma declaração oficial a respeito Ntakirutimana. Daniel afirmou:

 

“Ele não agiu oficialmente, em tudo que ele fez. Não houve nenhuma reunião da comissão, como sabemos, a qual ele foi chamado e [que] lhe passou qualquer ação. Assim,a igreja não pode defendê-lo oficialmente, porque não havia nenhuma ação oficial. ...Se ele agiu em tudo que ele agiu, foi por conta própria ... então a igreja não tem uma posição oficial sobre ele”.

 

 

A Igreja Se Torna Um Museu Contra a Vontade Da Liderança ASD

 

A igreja onde o massacre ocorreu agora se tornou uma espécie de museu. Vários jovens adventistas exumaram quatro corpos das valas comuns e os colocaram em caixões em frente ao púlpito na igreja, “como um lembrete de que as pessoas vieram para a igreja buscando segurança, mas encontraram a morte”, diz Daniel. 

 

Os jovens adventistas propuseram, pela primeira vez, que os corpos deveriam ser colocados em caixões de vidro ao redor da igreja.   O governo apoiou o plano, mas os administradores adventistas (do sétimo dia) se opuseram,   dizendo que o edifício foi construído e consagrado como uma igreja.   A decisão oficial dos Adventistas foi indeferida pelo governo e por alguns membros da congregação.   A congregação agora adora em um edifício nas proximidades. A igreja é um museu, “mostrando”, diz Daniel, “o quão profundamente enraizadas as feridas estão”.

 

De acordo com relatos não confirmados, afirma-se que Gerard Ntakirutimana, o filho de Elsaphane Ntakirutimana, acusado de participar no genocídio, encontrou trabalho em um hospital Adventista na Zâmbia depois de deixar o hospital Adventista na Mugunaro, onde a chacina de sábado ocorreu. A organização  “Direitos Africanos” reuniu um extenso número de detalhados testemunhos em primeira mão sobre Gerard Ntakirutimana[v].   De acordo com Pastor Daniel, Gerard Ntakirutimana está agora [1996] em Abidjan, capital da Costa do Marfim na localização da sede da Divisão África-Oceano Índico. Daniel diz que Gerard Ntakirutimana deseja ser absolvido. Atualmente, ele não está “recebendo salário” da Igreja Adventista.

 

 

Animosidade “Mais Profunda Que A Religião”

 

Muitas pessoas querem saber como aqueles que professam o cristianismo, incluindo adventistas (do sétimo dia), podem participar de tais atrocidades. “Há tanta animosidade profundamente enraizada; mais profunda do que a religião", diz Daniel. O presidente da divisão na época do massacre, J. J. Nortey, apoia este ponto de vista

 

“Até que o cristianismo comece a valorizar-se acima do tribalismo e do nacionalismo, então teremos um problema. Nós estamos tentando unir as pessoas -. Hutus e Tutsis”.   

 

(Nota do Editor: Mas lembrem-se, os ASD afirmam ser “a mais alta forma de cristianismo”. Aqui eles admitem que a sua “marca” de religião é impotente para converter pessoas, do tribalismo e do nacionalismo, para Cristo!).

“Já havia muitas facções na igreja”, diz Bob Prouty, um adventista que ajudou a iniciar a Universidade Adventista da África Central, em Mudende.

 

“Havia um monte de sentimentos ruins e problemas ao longo de linhas regionais. ...Lideranças corruptas também contribuíram para o problema. Administrativamente, a igreja era muito fraca. ...Ruanda estava isolada e voltada apenas para dentro de si  mesma, cortada das influências corretas da sociedade. Os adventistas permaneciam unidos em sua maior parte, mas a igreja não estava preparado para uma crise como essa”.

 

A Igreja Adventista é uma das muitas organizações religiosas que sofreram graves problemas administrativos durante a crise de 1994. Muitas igrejas expressaram grande preocupação de que seus membros estavam envolvidos nos assassinatos. “Não [há] absolutamente nenhuma dúvida de que um número significativo de cristãos proeminentes nas paróquias estavam envolvidos ..., católicos, anglicanos, etc... [estavam] implicados por omissão ou comissão em mortes de milícias”, diz Ian Linden, secretário-geral do Instituto Católico de Relações internacionais. Como porta-voz da Igreja Católica, Linden assume alguma responsabilidade para lidar com a crise. “O perigo está [em assumir] um papel apologético e em, ao buscar explicações, inadvertidamente,usá-las apenas como desculpas”[vi].

 

(Nota do Editor: Mas a liderança ASD não clamou por punição aos assassinos - eles simplesmente apelaram para que todos “esquecessem o passado”.)

 

O arcebispo de Canterbury, George Carey, como líder da comunidade mundial anglicana, criticou severamente os líderes da Igreja Anglicana no Ruanda. A igreja “deveria ter apontando algumas das atrocidades, mas em geral a sua voz ficou em silêncio”. Durante uma coletiva de imprensa em Londres, depois de uma visita pastoral a Ruanda, Carey disse que estava chocado, pois ninguém havia sido levado a julgamento, e que “toda a estrutura da igreja em Ruanda pode ter de ser reorganizada”[vii]. Ele, posteriormente, tratou pessoal e individualmente com os bispos acusados ​​de envolvimento na violência.

 

O Que Se Foi Se Foi... ou Ainda É?

 

O (Adventista do Sétimo Dia) Nortey tem uma resposta diferente

 

“Deve haver um ponto em que basta dizer o que se foi se foi. Vamos começar de novo”.

 

Ecoando seu predecessor, Daniel, o presidente da divisão atual [1996], diz:

 

“Nossa abordagem é de esquecer o passado e começar de novo. Não é fácil pregar para as pessoas profundamente feridas ​​em Ruanda, depois de ouvir de tais atrocidades. Mas devemos perdoar aqueles que nos feriram. Devemos perdoar de qualquer maneira”.

 

Adventistas de todo o mundo se perguntam se algo mais não deve ser feito, em termos de responsabilidade pública e re-exame intenso do Adventismo, a fim de se reduzir a possibilidade de Adventistas novamente se engajarem num outro genocídio, incluindo o assassinato de outros Adventistas.

 

Por David McLemore

Reproduzido de Spectrum,  Volume 25, Número 5, de setembro de 1996, página 57.

 

Esta história, por um escritor pessoal do Dallas Morning News, apareceu em 28 de setembro de 1996. As versões circularam no serviço de notícias AP and Reuters. Os leitores vão reconhecer Elsaphane (Gérson) Ntakirutimana como o ex-Presidente Da conferência Ruanda mencionado no   ”Assassinato em Ruanda - Parte 2”, (reproduzido a partir de Spectrum,   Vol. 25, N ° 4). – Editor. [http://www.itnsource.com/shotlist//RTV/1996/09/27/609270021/?v=1]

 

Um ex-pastor acusado de participar do massacre genocida de milhares de homens, mulheres e crianças em Ruanda, em 1994, permanece na cadeia do Condado de Webb, desde sexta-feira.

 

As autoridades federais estão detendo Elizaphan Ntakirutimana, 73, com um mandado do Tribunal de Crimes Internacionais das Nações Unidas, acusando-o de crimes contra a humanidade resultante da brutal guerra civil em Ruanda, de acordo com o promotor-assistente Don De Gabrielle, de Laredo.

 

O Sr. Ntakirutimana foi preso cerca de 14:25h de quinta-feira por agentes do FBI e por tropas do Departamento de Segurança Pública do Texas, perto de Cotulla, aproximadamente 70 milhas ao norte de Laredo. Ele foi preso sem direito a fiança. Sexta-feira, o Sr. Ntakirutimana foi formalmente acusado perante o Magistrado do EUA, Marcel Notzon. Ele vai comparecer perante o tribunal na próxima semana para uma audiência.

 

Autoridades se recusaram a comentar sobre a forma de como o Sr. Ntakirutimana veio à sua atenção. Manuel E. Mora, agente residente sênior de supervisão do escritório do FBI em Laredo, confirmou que o Sr. Ntakirutimana tem estado sob vigilância por cerca de quatro meses. Mas o FBI não recebeu autorização para prendê-lo até quinta-feira, disse Mora.

 

O Sr. Mora disse que o Sr. Ntakirutimana estava morando em Laredo com seu filho, Eliel Ntakirutimana, um anestesista de Laredo. O homem mais velho trabalhou em tempo parcial em uma loja de alimentos naturais em Laredo, de propriedade de seu filho.

 

Chamadas para a casa e escritório do Dr. Ntakirutimana, na sexta-feira, ficaram sem resposta.

 

O Sr. Ntakirutimana, um ex-pastor de uma Igreja Adventista do Sétimo Dia no distrito de Kibuye Ocidental de Ruanda, é acusado de duas acusações separadas por crimes de guerra no Tribunal das Nações Unidas, em conexão com o massacre de mais de 500.000 ruandeses em 1994, patrocinado pelo Estado, afirmou o Sr. De Gabrielle.

 

O tribunal diz que o Sr. Ntakirutimana, um hutu, mantinha centenas de membros da tribo tutsi reunidos em um hospital [adventista] de Kibuye por segurança, quando os massacres começaram em abril de 1994.

 

Quando os homens, mulheres e crianças lotaram os edifícios médicos e a capela do hospital, de acordo com as acusações, o Sr. Ntakirutimana chegou com um caminhão de homens armados e disse-lhes para começarem a mata-losAqueles que tentaram escapar foram cortados com facões ou espancados até a morte.

 

“Este é um crime chocante”, disse o Sr. De Gabrielle. “Este é um caso muito diferente daqueles que normalmente recebemos”.

 

O Sr. Ntakirutimana torna-se a última pessoa a ser detida em conexão com o massacre de 1994. Até agora, o tribunal indiciou 21 pessoas, a maioria dos quais ainda não foram capturados.

 

 

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bonsfrutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. – Mateus 7:15-20

 

 

E não se arrependeram dos seus homicídios,... – Apoc. 9:21a

 

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. – Gál. 5:19-21

 

“...Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, ...” cf. Apoc. 18:4

 

(ênfases minhas)

 

 

[i] É um hábito comum o Adventismo agir assim, “varrendo sempre para debaixo do tapete” qualquer coisas que tenha relação a qualquer escândalo que os atinja, dos menores aos maiores.

[ii] Carta do Rakiya Omaar, da organização “Direitos Africanos”, para Roy Branson, 01 de Março de 1996.

[iii] Veja “Ruandês nos EUA Ligado ao Massacre”,   Washington Times , 11 de Abril de 1996.

[iv] Como o Adventismo sempre tem feito ao longo de sua história.

[v] Carta de Omaar, 01 de Março de 1996.

[vi] "As Igrejas e o Genocídio: Lições da Tragédia Ruandesa",  The Month, 28  de Julho de 1995, pp. 256-263.

[vii] “Carey Critica Líderes da Igreja de Ruanda”, Christian Century, 112: 602, (Junho 7-14, 1995).

 

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