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Oficiais da Igreja Local
Oficiais da Igreja Local

DISTINTIVOS BATISTAS FUNDAMENTALISTAS

 

 

ECLESIOLOGIA - 8.º DISTINTIVO: Os Oficiais da Igreja Local 

 

 

 

1. Conceito Teológico

 

O NT reconhece apenas dois oficiais para a igreja local: os pastores e os diáconos. Estes líderes não estão fundamentados numa suposta sucessão apostólica. As demais funções especiais das igrejas locais no período dos primeiros séculos foram desativadas naturalmente com o passar do tempo. Os pastores tem uma função tripla:

 

a. Administradores (do gr. episkopoz = bispos);

 

b. Aconselhadores ou Conselheiros Experientes (do gr. presbuteroz = presbíteros, anciãos);

 

c. Edificadores (do gr. poimen = pastor).

 

A ausência de mandamentos bíblicos bem como a questão da autoridade, tem nos obrigado a reconhecer a responsabilidade masculina e não feminina nestas funções. A atual ênfase e prática no ministério feminino de liderança são baseadas em inferências não conclusivas e escassas além de má interpretação, que não recomendam absolutamente tal prática e nem se pode dizer que está baseada na Bíblia.

 

 

2. Textos-Chaves

 

 

. Atos 6:1-7; 20:28; I Coríntios 12:28-30; 14:34-35; Efésios 4:11-12; Filipenses 1:6; I Timóteo 2:11-12; 3:1-13; 5.17; Tito 1:5-9; 2:7-10; I Pedro 5:2-4.

 

 

3. História

 

. Após o período primitivo das igrejas locais (primeiro século), a tendência da religião oficial do império travestido de termos cristãos, foi se organizar demasiado. Assim surgiram os Bispos (que passaram a superintender e não a pastorear localmente), os Prelados compondo a hierarquia católica romana, desde os Padres até o Papa (Pontífeces Máximus – título antes dirigido ao Imperador Romano). Essa excrescência de cargos é estranha ao NT.

 

. No que diz respeito ao sexo, a Bíblia encarrega apenas os homens para ambas as funções (pastor e diácono), embora suas esposas devam auxilia-los.

 

. De acordo com A. F. Walls não há referência histórica ao diaconato feminino senão até o Séc. III e antes disso uma vaga citação do historiador Plínio, governador da Bitínia (111 d.C.). Este se refere a suas “servas” às quais ele questionou sobre os crentes (NDB, p. 148, 1 v.).

 

. G. M. Burge declara que os pais da paganizada igreja católica romana admitiam mulheres como diaconisas conforme o descrito na “Didaskali Sírio”, porém admite que somente no 4º Século há evidências de que este título foi usado em alguns lugares.

 

. Nos últimos dois séculos têm sido cada vez mais comum o emprego das mulheres para o ministério diaconal entre episcopais, metodistas e reformados.

 

. A controvérsia tem chegado ao arraial batista [mesmo igrejas ditas "regulares", "bíblicas", "fundamentalistas", "independentes"] ultimamente.

 

 

4. Divergência Denominacional / Herética

 

 

. Da Igreja Católica Romana com sua multiplicidade de cargos eclesiásticos.

 

. Da eclesiologia reformada, que admitem hierarquia clerical e submetem-se ás determinações de concílios.

 

. Das Ligas, Convenções e Associações de Igrejas que, numa repetição dos erros romanistas e de disfarçada eclesiologia reformada, estabelecem uma hierarquia denominacional, retirando a autenticidade e autonomia das igrejas batistas locais, confundindo seus diretores com certo tipo de “prelazia” que não se pode questionar mesmo que Biblicamente e com ênfase doutrinária batista e histórica.

 

. Da Igreja de Witness Lee, que aboliu os pastores.

 

. Do movimento Igreja Emergente que aboliu pastores, diáconos, púlpitos e até mesmo e prédios a serem usados como templos, tendo horror à Eclesiologia estabelecida Biblicamente no NT.

 

. Da Congregação Cristã do Brasil, que não admite pastores.

 

. Das igrejas batistas locais [mesmo alegadamente "regulares", "fundamentalistas" e/ou "bíblicas"], que já admitem diaconisas e pastoras.

 

. Do atual movimento neopentecostal e carismático que cada vez mais pratica o ministério feminino.

 

. Das seitas que geralmente admitem diaconisas e mulheres pregadoras.

 

. De outras denominações que não dão atenção aos ensinos escriturísticos e baseiam-se em revelações ou opiniões próprias, confirmando em atitudes que não aceitam a Bíblia como única Regra de Fé e Prática, mesmo que ofereçam tal discurso.

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