Translate this Page
Pesquisa
Qual a sua afiliação religiosa?
Católico
Evangélico
Adventista
Fundamentalista
Outro
Ver Resultados

Rating: 3.1/5 (703 votos)




ONLINE
2




Partilhe este Site...



Total de visitas: 346555
Origens de CHICO pós BENTO!
Origens de CHICO pós BENTO!

 

As origens do

 

CHICO

 

depois do


BENTO!



 

Não se trata de uma história para crianças. Você vai sentir calafrios!

 

 




“E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.” – Apocalipse 17.3



 

“E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.” – Apocalipse 13.12

 



 

0. Introdução: Um pouco de História

 

 


Europa, Década de 1930.

 

 

O Nazifacismo cresce em poder totalitário após a quebra da Bolsa de Valores em Nova Iorque.

 

Acreditando na superioridade dos países do Eixo, as relações entre o General Argentino Juan Domingo Perón se estreitam.

 

O sonho de Perón é liderar, com a ajuda do Furher, sucessivos golpes de Estado no países vizinhos.

 

 

Argentina, Década de 1940.

       

 

 

 

Em 1943, toma o poder o Grupo de Oficiais Unidos (GOU), constituído de oficiais nacionalistas liderados pelo General Perón.

 

Agentes alemães da Divisão de Inteligência Exterior, braço internacional da SS Nazista, iniciam atividades com toda liberdade e apoio do governo Peronista.

 

Com a ajuda destes agentes nazistas os militares argentinos organizam um golpe de Estado na Bolívia.

      

Em 1945, cedendo às pressões externas e com o panorama desfavorável ao Eixo, a Argentina declara guerra à  Alemanha, “abandonando” a neutralidade.

        

É o mês de Março, três meses antes do suposto suicídio de Hitler.

 

A Alemanha, na verdade, se beneficiaria com esta “declaração de guerra”.


O teatro foi armado.

 

 

 

Argentina, Década de 1950.

 

 

A Casa Rosada e a Igreja Católica prosseguem em dar guarida a vários criminosos de guerra. A rede de proteção aos oficialato Nazistas é comandada pelo Vaticano e é desenvolvida com infiltrações na Suíça e na Cruz Vermelha Internacional.

 

O governo da Argentina consegue acobertar a fuga de mais de 300 seguidores de Hitler e grande parte de seus colaboradores europeus.

 

Entre os “órfãos” do III Reich que as asas Católicas afagaram com extremado cuidado estão:

 

       

. Joseph Mengele, o “anjo da morte” de Auschwitz;

       

. Klaus Barbie, o “açougueiro de Lyon”, chefe da Gestapo;

 

. Ante Pavelic, o líder do governo católico-facista da Ustacha, responsável pela carnificina na Croácia Católica dos Urais;

 

. Erich Priebke, oficial da SS que comandou a chacina de335 civis italianos em 1944;

 

. Dino Sakie, comandante do campo de concentração Jasenovac na Croácia, onde 600 mil prisioneiros foram brutalmente massacrados;

 

. Joseph Schwamberber, que assassinou 15 mil judeus na Polõnia;

 

. Gerhard Bohne, líder do programa de eutanásia do Furher;

 

. Adolf Eichmann, o oficial responsável pela execução da “solução final” que enviou para o extermínio milhões de judeus em campos de extermínios.

 

 

O Exército de Perón recebe treinamento diretamente dos oficiais alemães, usando capacetes e uniformes exatamente iguais ao do III Reich.

 

O Vaticano recebe do oficialato nazista pagamentos em ouro, prata, joias, obras de arte e uma diversidade incalculável de preciosidades que constituem o tesouro usurpado dos judeus na Europa.

 

A Argentina tem um saldo com o Vaticano e, esta dívida será paga algum dia.

 

 

 

 

Vaticano/Argentina, Década de 1970.

 

O grupo que compões a Camarilha do Vaticano, conhecida como “os fascistas”, olham com benevolência e carinho para as ditaduras militares na América Latina. O terror militar está no auge.

 

O Arcebispo Pio Laghi é o eleito para o Núncio Apostólico na Argentina. Em 1976 profere uma palestra para o Exército Argentino, cita a teoria da guerra justa da Igreja Católica como sanção para que seja desenvolvida a campanha militar de terror contra os dissidentes.

 

Os padres acompanham os prisioneiros torturados em suas últimas jornadas, dando-lhes a benção final da extrema unção, antes que fossem atirados de helicóteros em pleno vôo, algemados pelos militares, no Atlântico Sul.

 

Entre os líderes que apoiavam a ditatura na Argentina está o líder da Ordem dos Jesuítas, Jorge Mario Bergoglio, um dos queridinhos do Vaticano e do Papa.


Bergoglio ordena a prisão e a tortura de dois de seus colegas jesuítas que se recusaram a obedecer uma ordem sua, Orlando Yorio e Francisco Jalics. Além destes, Bergoglio auxiliou inclusive no sequestro de filhos e filhas de subversivos do regime, dentre elas Ana de la Cuadra e sua bebê, levadas pelos militares, desaparecidas e jamais encontradas. A gravidade da questão é que Ana ainda estava grávida de 5 meses, um caso que remete às aplicações da Inquisição Medieval e Espanhola.

 

 


Argentina, Década de 1980.

 


 

Enquanto explodem os escândalos sexuais ao redor do mundo, como no caso do padre Dino Cinel da paróquia de Nova Orleans, quando descobriu-se 160 horas de vídeos domésticos em formato cassete, que mostravam Cinel em atos sexuais com parceiros do mesmo sexo, incluindo pelo menos sete menores de idade, na Argentina, o arcebispo da Santa Sé Egardo Stoni, renuncia após ser acusado de abusar de pelo menos 47 seminaristas.

 

Nenhum deles é preso e recebem o acobertamento do Papa João Paulo II que, um ano antes, sofre suas mais duras críticas na Argentina. O silêncio de Woityla já dura quase uma década e ele tem permanecido sem qualquer manifestação contrária aos assassinatos, torturas, desaparecimentos cometidos pelos generais.

 

É notória e bem difundida a cumplicidade da hierarquia católica com a junta militar, permanecendo sem nenhuma palavra sequer vinda do “Santo Padre”, distanciando os católicos argentinos do Vaticano.

 

Em sua visita posterior á Argentina, ele se recusou a receber as mães da Plaza de Maio, mulheres cujos familiares haviam disso desaparecidos sem deixar vestígios.

 

É publicado, o livro Os carismas e a nova evangelização, pelo organizador do Sínodo de 1987, Paul-Josef Cordes, Bispo de Paderborn, na Alemanha. Ele é um grande advogado, defensor  dos novos movimentos internos do Vaticano (Neocatecumenato, Comunhão e Libertação e Folcolares) cuja missão é restarurar a Autoridade Totalitária Medieval do Papado. Cordes é nomeado vice presidente do Conselho Pontíficio para o Laicato pelo papa João Paulo II. Acima de Corde está o cardeal argentino Dom Pironio.

 

Acima de Pirônio, o cardeal alemão e ex-soldado nazista que é presidente da Congregação para a Doutrina da Fé (antigamente chamada Inquisição),  que mantém discretamente o Papa João Paulo II sob “rédeas curtas”, Joseph Ratizinger.

 

Segundo o livro existem dois movimentos missionários do passado que precisam ser recuperados: a ordem dos Franciscanos e a Ordem dos Jesuítas. O objetivo do livro é convencer os indecisos e “confortar” os membros. Segundo as definições apresentadas, estes movimentos são a essência da justificação para o Papado Totalitário. O Papa é o único protetor deles. Para eles é necessário defender a communio, ou seja, a Unidade da Igreja Católica Romana centralizada no Papa.

 

Para todos os que anseiam por este dia em que o Papa terá poder absoluto sobre a regência mundial (religiosa, política, social), sob a tutela do argentino Dom Pironio, o cardeal alemão é e desenvolve em essência, o mesmo que foi e realizou Paulo de Tarso.

 

 

 

1. Os Jesuítas

 

A história dos Jesuítas é arrolada na história como a atuação direta de um bando sanguinário, perpetradores de massacres das diversas espécies, formado por ávidos embusteiros, espoliadores e criminosos.

 

A Companhia de Jesus foi fundada pelo Maçon e místico espanhol Ignácio de Loyola em 1534. A “ficha criminal” dos jesuítas é tanto extensa quanto assustadora.

 

Estiveram envolvidos com a Rainha Catarina, a sanguinária. Atuaram em conluio com as Famílias Médicis e Bórgias. Sob o comando do Papa Clemente VII  a palavra de ordem era que os inimigos deveriam ser “exterminados ou lançados na prisão”.

 

O único propósito deles era o total aniquilamento dos “hereges” e dissidentes do poder totalitário do Papado. Os sucessores de Clemente VII, Paulo IV e Pio IV, prosseguiram em uma “marcha de sangue” e, escrevendo ao Rei Carlos, assinalaram: “O melhor holocausto para Deus é o sangue dos inimigos da religião católica!”

 

E uma das páginas mais trágicas da história tinha a assinatura e o aval dos jesuítas. Em 24 de Agosto de 1572, o Cardeal Lorena com as bênçãos pontificiais de Gregório XIII, realizou a NOITE DE SÃO BARTOLOMEU, uma carnificina descomunal e um banho de sangue arquitetado pelas hostes do inferno.

 

“E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.” Apocalipse 17.6


 

No Brasil a selvageria sob os povos indígenas é não somente aviltante, mas também relegada às fantasiosas e mirabolantes visões romanistas. No Brasil um dos mais sanguinários seguidores dos jesuítas foi José de Anchieta que assassinou friamente, em 1567, o calvinista Jean Jacuqes le Balleur, enforcando-o com suas próprias mãos. Denúncia bem documentada pelo Dr Aníbal Pereira dos Reis em seu livro: O Santo que Anchieta Matou.

 

 

 

 

2. Alemães e Argentinos. Nazistas e Jesuítas.


 

O mundo sofre por alguns motivos cruciais: esquecer-se de DEUS; esquecer-se das Promessas de DEUS; esquecer-se da história conduzida por DEUS!

 

A carnificina perpetrada pelo Vaticano e seus asseclas ainda não atingiu o seu ápice. O Senhor Jesus Cristo, sendo DEUS, profetizou uma “aflição que nunca houve” (Mateus 13.19), um sofrimento tal que, sem a Sua intervenção final a humanidade se auto destruiria.

 

Os militares argentinos tiveram como mestres os oficiais nazistas. Não esvaneceu o sonho de uma Europa Unida sob um comandante mundial supremo. Ele apenas foi transferido para a América do Sul.

 

Os jesuítas e os franciscanos, assassinos, pedófilos e homossexuais, continuam agindo nos bastidores. Manipulando, programando, dissimulando, ajustando.

 

O Vaticano não descansa, age! A meta é dominar o mundo através de um líder político, com o aval do Papado. Uma Europa restaurada ao Império Romano do Atlântico aos Urais.

 

Desejam “montar sobre a besta” (Apoc 17.3), dominar o mundo, reger as nações, exterminar os dissidentes. Uma piadinha do fim do mundo provavelmente tem duplo significado. A humildade tem trajes de cordeiro, mas fala como Dragão (Apol. 13.11).

 

O plano, bem arquitetado prossegue. A sanha de poder agiganta-se diante dos nosso olhos, enquanto o mundo permanece debaixo de torpe e mórbida cegueira. De bom grado, rendem-se ao cumprimento da profecia divina.

 

Em breve a “ferida mortal será curada” (Apoc.13.12), significando que o Anticristo literalmente imitará uma ressurreição para comprovar seu lugar de direito no Templo de DEUS (II Tess. 2.4). Mas, em figura, a cura aponta para o restabelecimento tanto do Romanismo Totalitário quanto para a força da Ditadura Nazifacista antissemita, cujo único objetivo é o de exterminar Israel da face da Terra.

 

Não é de se admirar que o novo papa seja o CHICO depois do BENTO.  E as multidões que se lhe sujeitam sequer percebem que o nome é provavelmente homenagem a Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo Franco y Bahamonde, vulgarmente conhecido como Francisco Franco, que foi um militar, chefe-de-estado, ditador espanhol, criador do Fransquismo pós-guerra.

 

E olhando para o homenageado, podemos achar incrível como sua postura, seu ar de superioridade e até seu bigodinho se assemelhar ao do Furher.

 

Aliás, já de largo tempo correm os boatos que Hitler não cometeu suicídio e sim o fez um de seus sósias. E, como grande parte da súcia nazista, foi confortavelmente acomodado em terras Argentinas, envelheceu cercado de cuidados e gerou sua prole, ciceroneada pelos jesuítas.

 

Se é verdade ou não, boato ou não, o fato de um Argentino suceder um Alemão na cadeira “púrpura e escarlata” (Apoc. 17.4), não deve nos ser de modo algum estranho, pois o ocorrido somente confirma os planos engendrados pelo Vaticano de reger a Terra concedendo autoridade a um soberano ditador mundial (Aoc 13.12-18).

 

 


3. Conclusão


 

Urbi et Orbi, da cidade (Vaticano) para o Mundo (Governado por eles), continua vociferando a sanha mortal da Igreja Católica Romana. O diabo se ri, o mundo se dobra.

 

E, enquanto isso, os santos se preparam, em breve serão arrebatados!


 

“Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda. E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.” – Apocalipse 22.11-12

 

 

Ora, vem Senhor Jesus! Amém.

 

 

 

Pr Miguel Ângelo L Maciel

Mar. 2013. Rev 01.

       

topo