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Separatismo Denominacional
Separatismo Denominacional

DISTINTIVOS BATISTAS FUNDAMENTALISTAS

 

 

 
PRÁTICA ECLESIÁSTICA - 13º Distintivo: O Separatismo Denominacional.

 

 

 

1. Conceito Teológico

 

Cremos que devemos nos separar das igrejas ou denominações que medram em outros princípios, ou estranhos ou contraditórios, àqueles que aceitamos segundo a autoridade da Palavra de DEUS. Esta separação se refere ao relacionamento eclesiástico de igreja local para igreja local ou de denominação para denominação.

 

Embora não de todo condenável, esta separação deve ser aplicada até mesmo em certos casos individuais e na verdade é nestes termos que a Bíblia nos exorta à separação – na área do relacionamento pessoal ou individual. Se as crenças e/ou práticas são heterogêneas já não existe base para lugar comum. Qualquer insistência nessa direção significa o sacrifício de princípios bíblicos e preciosos essenciais à nossa fé e conduta.


Sacrificar um princípio ou vários pelo desejo de “unidade” é como “vender a primogenitura por um prato de lentilhas”.

 

 

2. Textos-Chaves

 

  • Ezequiel 13.17-23; Mateus 18.17; Romanos 16.17-18 cf. c/ 6.17; I Coríntios 5.9-13; Efésios 4.15 - “...seguindo a verdade em amor...”; II Tessalonicenses 3.6, 14-15; I Timóteo 6.11; Hebreus 12.16, 17; I João 2.15-17.




3. História

 

 

  • O princípio da separação foi algo muito natural na história dos Batistas até meados do século XX. A perseguição aos Batistas tanto na Europa (Roma, Zwinglio, Lutero, Calvino, Reis Católicos  na Inglaterra e outros), quanto nas colônias americanas (Congregacionais de Boston, Episcopais, e outros), como evidentemente, a diferença de crença bíblica coibiu ou desestimulou até certo ponto, qualquer iniciativa de envolvimento interdenominacional.

 

  • Com o fortalecimento do ecumenismo na Segunda metade do Séc. XX (Concílio Mundial de Igrejas – 1948), o interesse pela união mais ampla, espicaçou o desejo de conversação e de participação da parte dos Batistas em geral para com outras denominações.

 

  • Foi nesse cenário que se precisou falar de separação. As experiências adquiridas com o diálogo ecumênico ou interdenominacional serviram para mostrar que tipo de prejuízos teríamos com um grande grupo cristão,sendo o primeiro deles, a perda de nossa identidade. Também nos obrigaria a negar não somente um longo e profícuo trajeto histórico mas principalmente doutrinas fundamentais da Bíblia. Enquanto a Escritura diz “...seguindo a verdade em amor...” (Ef 4.15), o unionismo diz “vamos seguir em amor de qualquer jeito”.

 

 

4. Divergência Denominacional / Herética

 

  • Deferimos do ecumenismo, tanto do tipo católico como oriundo do Concílio Mundial de Igrejas e afins;

 

  • Rejeitamos a tendência de união interdenominacional, incluindo os esforços das Ligas, Convenções e Associações e suas agências missionárias de padrãoes claramente pragmáticos;

 

  • Rejeitamos envolvimentos com Sociedades secretas como Maçonaria, esoterismo, etc. como pecaminosos.

 

  • Diferimos da postura aberta das Ligas, Convenções e Associações que em suas agências missionárias tem explicitamente aceitado, envolvido e permitido a participação de agentes interdenominacionais em uma mentalidade pragmática e antibíblica.

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