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Vigário renegou Catolicismo!
Vigário renegou Catolicismo!

ESTUDEI, PRATIQUEI, ENSINEI E DEFENDI O CATOLICISMO...

 

...POR QUE RENEGUEI-O?

 

Depoimento fiel e corajoso do Ex-Vigário Dr Antônio Gonçalves Pires.

 

 

“Nasci aos 25 de Maio de 1903, em Mujães, Portugal. Meu pai,José Gonçalves Pires, emigrou logo para o Brasil e morreu no dia do meu primeiro aniversário, em Manaus. Minha mãe, Ana Dias Pires, faleceu quando eu estudava em Roma.

 

Aos 10 anos de idade, tendo já concluído o curso primário, assisti à morte do meu tutor e fiquei estarrecido com a sua agonia dolorosíssima. O padre Domingos Borlido logo se aproveitou da minha preocupação espiritual e me convenceu a ser padre, para assim garantir a minha salvação. Ainda hoje o não censuro, porque era um bem intencionado, mas sem experiência espiritual. Mais tarde, estando desiludido do romanismo,eu mostrei-lhe que ambos estávamos no caminho da perdição e só nos salvaríamos se nos tornássemos crentes. Ficou tão abalado com a conversa íntima que tivemos, que naquela mesma noite morreu repentinamente, mas penso que se salvou, porque o cadáver não dava sinais de luta íntima.

 

Quando eu me preparava para entrar no Seminário de Braga, os dois vigários da minha terra natal, padre Manuel Eiras de Meira Torres e padre Antônio Francisco Novo, aconselharam-me a que desistisse. Escandalizado, não segui o seu conselho, mas posteriormente disseram-me que falaram-me assim, porque já viviam desiludidos e convencidos da impossibilidade de se salvarem no estado clerical.

 

Como não conhecia outro caminho, anão ser o que me ensinavam os padres, entrei no Seminário com desejo ardente de chegar ao fim dos meus estudos o mais depressa possível e fui aluno aplicado e bem comportado.

 

Os bispos costumam premiar os melhores alunos dos seus Seminários, mandando-os completar os estudos na Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma. Eu também fui escolhido e parti para Roma em outubro de 1922.

 

Fiquei internado no Colégio Português. Na Gregoriana tive por colegas os alunos escolhidos de quase todos os bispados do mundo católico e de diversas Ordens religiosas. Lá estava o famigerado Leonel França, tão sofista como inimigo do Evangelho.

 

Os professores da Gregoriana são jesuítas, de diversas nações, cultos, mas implacáveis no rigor com que exigem que os alunos estudem e na frieza calculada com que dão os resultados escolares.

 

Aulas e exames, trabalhos escritos e orais, tudo ali é feito em latim. Os resultados dos exames são dados pelas classificações: aegre probatus (aprovação com o mínimo dispensável); probatus (aprovação plena); bene probatus (aprovação com distinção); cum laude probatus (aprovação com louvor); e máxima cum laude probatus (aprovação com louvor máximo).

 

Como consta dos documentos oficiais que possuo, consegui nos meus exames APROVAÇÃO com as notas seguintes: Exame de Lógica e Metafísica – louvor; Língua Hebraica - distinção; Filosofia – louvor; Teologia Dogmática – louvor; Teologia Moral – louvor máximo; Direito Canônico – aprovação plena; Grego Bíblico – louvor; Toda a Teologia – aprovação plena.

 

Assim, recebi os diplomas de Bacharel em Direito Canônico e de Doutor em Filosofia e Teologia.

 

A Diretoria de cada Colégio Nacional, em Roma, escolhe o aluno que lhe merece mais confiança para ser o Prefeito de Disciplina, encarregado de orientar e fiscalizar todos os colegas nos atos cotidianos, dentro e fora do Colégio. Eu exerci esse cargo nos anos de 1925 e 1927.

 

Terminados os estudos em Roma, regressei a Portugal e passei a viver ora no Palácio dos Arcebispos, ora no edifício do Grande Seminário.

 

Durante esse período, exerci os seguintes cargos: Secretário do Arcebispo, Promotor de Justiça, Juiz Sinodal, Examinador Sinodal, Censor de livros, Cônego Capitular, Vigário Geral (cargo imediato ao do Arcebispo, com direitos quase iguais). Reformador das Confrarias e das Associações Religiosas, Examinador da Vocação das Freiras, Visitador e Sindicante de Conventos e Colégios de Freiras, Assistente Diocesano da Juventude Católica, Assistente das Conferências Vicentinas, Juiz da Confraria da Senhora do Sameiro, Presidente da Confraria da Senhora do Pópulo, etc.

 

Nos dois seminários lecionei Filosofia, Instituições Bíblicas, Teologia Moral, Direito Canônico e Apologética.

 

 

Fui Diretor ou Prefeito de Estudos.

 

A meu cargo estava a direção das Conferências mensais dos padres e dos exames de repetição, que os padres são obrigados a fazer nos anos posteriores à sua ordenação, até conseguirem doze aprovações.

 

Tive fama de exigente, e confesso que era, porque desejava que os 1.200 padres seculares, que de mim dependiam, assim como as freiras e os seminaristas, se notabilizassem pelo saber e pela conduta exemplar. Castiguei, por isso, severamente alguns transgressores, destituí superiores de conventos, expulsei seminaristas, reprimi abusos de frades de diversas ordens religiosas e tomei parte ativa e bem destacada,ao lado de meus arcebispos, em conflitos que eles tiveram de sustentar com outros bispos, com padres, com agentes do poder civil e com populares.

 

 

Por duas vezes redigi o Relatório Qüinqüenal sobre o estado da Diocese para o apresentar ao Papa[1] e diversos relatórios confidenciais, que foram entregues em Roma, para fins diversos.

 

Fui diretor da revista mensal de cultura religiosa – Ação Católica, redator dos jornais NOVIDADES e DIÁRIO DO MINHO pertencente aos bispos lusitanos, e colaborador assíduo de diversos jornais e revistas de caráter denominacional romano.

 

Restaurei o templo do Pópulo e dei impulso febril à construção do riquíssimo altar-mor do Sacramento. Encaminhei as multidões para esse santuário, para que o de Fátima não lhe levasse vantagem e instalei ali uma comunidade de freiras.

 

Preguei em mais de 1.300 templos, promovendo de modo particular o culto de Maria.

 

Durante esses anos, só repousei vinte dias, para fazer um tratamento nas termas de Caldeias. Não tive outras férias, nem feriados e raras vezes me deitava antes da meia-noite, muito embora me levantasse diariamente às cinco horas da manhã. Desde o início (outubro de 1927) trabalhei com tal entusiasmo porque estava convencido de que combatia o bom combate. Posteriormente, à medida que me atormentavam profundas e assustadoras dúvidas religiosas, com o receio de não conseguir a salvação da alma, trabalhava mais e mais, pensando que fazia boas obras, capazes de me ‘garantir o direito de entrar o Céu’. Baldados esforços, porque quanto mais trabalhava, mais duvidava.

 

“Oh   quão cego andei, e perdido vaguei,

Longe, longe, do meu Salvador.”

 

Quanto mais me debruçava sobre os papéis da Cúria Arquidiocesana e entrava em contato com padres, freiras, seminaristas e povo, mais longe me sentia de DEUS.

 

Baldadamente falava do Amor de DEUS, porque apenas sentia os perigos iminentes e as manifestações da Sua justiça.

 

As freiras e o povo gostavam de assistir às minhas missas, porque me esmerava em celebrá-las com a máxima perfeição possível, mas eu descia do altar preocupado, duvidando cada vês mais de que tivesse tido em minhas pobres mãos o verdadeiro Corpo de Jesus Cristo.

 

Todos gostavam de me ouvir pregar sobre Maria. Ele era o meu tema favorito, porque esperava chegar a DEUS por meio dela, mas aquilo não passava de um calmante transitório, que deixava a minha alma e a dos outros em permanente sobressalto.

 

Sempre tivera o máximo respeito pela confissão auricular, mas cada vez que examinava a fisionomia das pessoas a quem dizia: ‘Eu te absolvo dos teus pecados’, compreendia que apenas dissera palavras formais e rituais, porque elas continuavam a sentir a responsabilidade dos seus pecados e também eu a sentia, depois de me ter confessado aos padres, que me mereciam confiança.

 

Eu fazia tudo quanto havia estudado e ensinava aos outros, para conseguir paz de consciência e salvação da alma, mas cada vez tinha menos paz e menos esperança de salvação.

 

Quantas vezes acordei sobressaltado, com sonhos de que estava sendo julgado por DEUS e condenado!

 

Os meus confessores e diretores espirituais diziam-me que isso eram tentações diabólicas. Mandavam-me rezar mais e trabalhar mais, mas as preocupações aumentavam na proporção das rezas e dos trabalhos incessantes.

 

Depois que me retirei da vida eclesiástica ativa, o meu último Arcebispo, D. Antônio Bento Martins Júnior, disse ao atual bispo de Angra do Heroísmo, D. Manuel Carvalho, que eu trabalhava os negócios do Arcebispo e dos Santuários com mais cuidado do que dos meus pessoais.

 

Assim era, com efeito, não tanto para agradar aos meus chefes hierárquicos, como para me assegurar da probabilidade da salvação, mas de cada vez me sentia mais longe de DEUS!

A morte do Arcebispo Vieira de Matos alarmou-me. Eu conhecia muito bem a sua vida íntima e julgava-o homem de superior espiritualidade, mas ouvi-lhe, nos estertores da agonia, a confissão de que não tinha a menor esperança de se salvar e temia a morte, porque ela lhe abriria as portas do inferno. Quem era eu, comparado com ele? Se assim morreu o gigante, como morreria eu que, a seu lado, me considerava um pigmeu?

 

Seria culpa minha? Deveria ainda trabalhar mais e fazer mais boas obras?

 

Para obter as respostas destas indagações, provoquei confidências dos padres, que julgava melhores do que eu, por não haver nos arquivos secretos, confiados à minha guarda, denúncias em seu desabono, e de tantas freiras, com quem estava em contato, como seu capelão, seu confessor, examinador, sindicante e professor, e verifiquei, apavorado, que eles e elas viviam na mesma incerteza e dominados pelo mesmo pavor. Não tinham certeza de salvação, por mais que fizessem.

 

Examinei as biografias dos papas e dos homens mais eminentes do romanismo, mas fiquei estarrecido, conhecendo como morreram e que palavras proferiram nessa hora extrema, em que ninguém tem interesse em iludir-se, ou iludir os outros.

 

O mal não era só meu, nem só deles. Era da Organização a que eu e eles pertencíamos.

 

Baldadamente procurei, desde então, resposta satisfatória a duas perguntas dilacerantes:

 

1. Será verdadeira a religião que não garante salvação, nem sequer aos seus líderes e aos seus membros mais perfeitos?

 

2. A Igreja a que eu e ele pertencíamos, seria a verdadeira Igreja de Jesus Cristo?

 

        Como aluno e como professor, eu me havia, até então, preocupado mais com o estudo da Introdução à Bíblia do que com a análise do seu texto inspirado. Eu temia a Exegese Bíblica, como geralmente a temem os padres, porque dezenas de vezes tinham feito o juramento, verbal e escrito de só interpretar o texto sagrado ‘de harmonia com o consenso unânime dos Santos Padres’.

 

        Ora, não existe tal consenso unânime, nem me convinha ser acusado de perjuro.

 

        Impelido pelo desejo irresistível de estudar o texto sagrado, requeri a Roma autorização para ler a Bíblia consultando mesmo as traduções que já são denominadas heréticas, ou feitas e divulgadas pelas Sociedades Bíblicas[2].


 

        Consegui a licença solicitada, com recomendações verbais e escritas de que deveria ser muito prudente, porque a História mostra que quase todos os padres, leitores da Bíblia, despem a batina e se tornam protestantes.

 

        A minha dedicação ao romanismo foi logo posta à prova, com o pedido que encobria uma ordem, de escrever artigos contra o protestantismo.

 

        Senhor, meu DEUS! Mais uma vez te peço que me perdoes, por ter então obedecido antes aos homens do que a Ti!

 

        Seguidamente e quiçá em recompensa por ter publicado artigos contra Lutero, fui convidado para ser bispo. Anteriormente talvez tivesse aceitado o convite, mas naquela data recusei-o e consegui justificar-me com desculpas que foram consideradas plausíveis.

 

        Depois, parti para Roma, onde me aguardavam outros trabalhos de responsabilidade, mas vi, por experiência pessoal, que é verdadeiro o adágio; ‘Roma veduta, fede perduta.’[3] Quem conhece Roma por dentro, perde fé nas doutrinas e na organização papal.

 

        A minha inteligência já estava esclarecida pela leitura da História e da Bíblia, mas o meu coração ainda estava ligado ao romanismo, por um sentimento de devoção ao papa e a Maria.

 

        DEUS veio em meu auxílio, mostrando-me que Maria foi crente e que nunca conheceu, nem praticou o catolicismo na sua forma atual, de oposição aos ensinamentos da Bíblia. S. Pedro nunca viveu em Roma. Não está lá o seu cadáver. Jamais foi seu bispo, nem por isso mesmo, pode ter lá seu sucessor. O chefe supremo da igreja não é qualquer homem, mas só Jesus Cristo. A doutrina religiosa não está nas obras de Aristóteles, nem nas falsas decretais, nem nas bulas ou nas encíclicas, breves e restritas, mas tão somente na Bíblia inspirada pelo Espírito Santo e dada aos homens, como Regra de fé, que todos devem e podem estudar e entender.

 

        Afastei-me, paulatinamente e com os cuidados que a prudência e a diplomacia humana reclamavam, da atividade que vinha exercendo. Isolei-me, como quem já não era católico, nem tinha meios de reagir contra o ambiente, religiosamente hostil. ‘Ódio velho não cansa’, mas eu tinha provocado ódios. Quase todos os ex-seminaristas, afastados ou expulsos no meu tempo e por mim, eram agentes da polícia secreta. Quem se afasta do catolicismo, onde exerceu papel preponderante, é acusado de comunista e tem abertas as portas da prisão onde sofre as mais ignominiosas torturas, parecidas ou superiores às da Inquisição.

 

        Não obstante todas as precauções que tomei durante bastante tempo, a tempestade levantou-se. A polícia secreta manteve-me cinco dias incomunicável nas suas masmorras, chamando-me comunista.

 

        Bendito seja DEUS, que permitiu me visitassem duras provas, para que eu não continuasse um discípulo de Jesus, oculto como José de Arimatéia, e publicamente desse testemunho da minha fé e me consagrasse ao Seu serviço.

 

        Vim para o Brasil e no templo da Igreja Batista em Vila Pompéia, DEUS me concedeu luzes e graças, que jamais poderei agradecer devidamente. O Pastor ajudou-me sobremaneira (com os seus profundos conhecimentos teológicos) e fez cair dos meus olhos as escamas que ainda me torturavam, como Ananinas e Saulo de Tarso. Na igreja referida fiz minha pública profissão de fé e fui batizado em 31 de Dezembro de 1957.

 

        A minha vida, desde então até hoje, é bem conhecida dos pastores e dos crentes do Brasil que me permitiram tivesse a alegria de me dedicar à pregação do Evangelho puro de Jesus Cristo, Salvador único e suficiente.

 

        Depois a Junta da Convenção Batista[4] Paulistana admitiu-me como seu Evangelista. Durante os 949 dias que se seguiram, trabalhei sob a orientação criteriosa e prudente dos seus secretários correspondentes, preguei 1.165 vezes e percorri aproximadamente 74.714 quilômetros, ao serviço de Jesus Cristo. Ignoro o número de almas a quem a minha atividade ajudou para que se convertessem ou tivessem a vida mais consagrada.

 

        Para trabalhar melhor e me integrar inteiramente nos planos do evangelismo brasileiro, em 15 de Julho de 1959 renunciei à minha nacionalidade e consegui a naturalização brasileira.

 

        Hoje tenho a paz da consciência, a alegria e a certeza da salvação, a consolidação da comunhão com DEUS. Encontrei-me com Jesus Cristo, Salvador e Amigo. Sigo a Bíblia que me mostra como devo me aproximar mais de DEUS.

 

        O que nunca alcancei quando vestia o hábito e batina, o que não me deram os sacramentos e sacramentais, os jejuns e rezas, as penitências e os cilícios, os intensos labores e os prolongados trabalhos, enfim o que não obtive pelas obras, mesmo pelas que julgava boas, consegui-o desde minha conversão a Jesus Cristo, porque:

 

“...o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.”

- I João 1.7b

 

       

Desde que fui batizado, sentia cada vez mais claramente que DEUS me chamava para o seu Santo Ministério, para ensinar o caminho verdadeiro da salvação aos que ainda vivem na idolatria e na superstição. Queria mostrar aos indivíduos e às multidões que Jesus Cristo é o Salvador único e suficiente e salva a todos gratuitamente, exigindo apenas o arrependimento do seu passado pecaminoso e confiança em Seus merecimentos infindos. Queria ensinar toda a doutrina que se encontra na Bíblia, inspirada pelo Espírito Santo, para libertar todos que estão presos às doutrinas humanas, que variam de lugar para lugar e de século para século; desejava proclamar que cada crente é sacerdote de si mesmo, não precisando de intermediários; anunciar que há apenas uma religião verdadeira, a que Jesus ensinou e foi seguida por Maria, pelos Apóstolos e crentes verdadeiros. Queria pregar que Jesus Cristo está vivo e deseja entrar no coração das criaturas, sendo o mesmo, hoje, como ontem e para todo o sempre (Heb. 13.8).

 

E DEUS me concedeu privilégio de cumprir tais desejos pregando, até o dia de hoje, 3.360 vezes, percorrendo 146.500 quilômetros. Louvado seja DEUS porque milhares de pessoas escutaram minhas mensagens, três padres e centenas de católicos abandonaram a idolatria papal e se tornaram crentes e salvos em Jesus Cristo.

 

São Paulo, 7 de Maio de 1965.

Antônio Gonçalves Pires.”

 

 
 

 

 

 

 

 



[1] Na época, Pio XI.

 

[2] Ainda não haviam sido publicadas em português as versões adulteradas, baseadas no Texto Crítico. Portanto, o autor faz referência ao texto de João Ferreira de Almeida considerada pelo Vaticano como herética. Essa versão baseia-se no Texto Recebido, subsistindo atualmente como a versão Corrigida e Fiel ao Texto Original, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

 

[3] Roma vista, a fé perdida!

 

[4] Tempo anterior à invasão pentecostal no meio Batista, conhecido como renovação carismática.


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